quinta-feira, 25 de março de 2010

Assembléia Legislativa





















24/03/2010 21h38
Audiência pública discute mudança de horário dos jogos de futebol
Maior desafio é unir diferentes interesses dos clubes, das televisões, dos patrocinadores e dos torcedores, afirma deputado
Da redação - Mariza Pauliceck e Daniel Blake





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Uma audiência pública promovida pela Comissão de Esportes e Turismo da Assembleia de São Paulo debateu, nesta quarta-feira, 24/3, medidas que disciplinam o horário das partidas oficiais de futebol e de identificação de torcedores, de que tratam os projetos de lei 106/2010, de Donisete Braga (PT), 172/2010, de Jorge Caruso (PMDB), 177/2010, de Enio Tatto (PT) e 178/2010, de Rafael Silva (PDT), que tramitam na Casa.

Audiência pública discute mudança de horário dos jogos de futebol

Compuseram a mesa dos trabalhos o presidente da comissão, deputado Vicente Cândido (PT), o secretário municipal de Esportes e Turismo, Walter Feldman; o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Marco Polo Del Nero; o diretor-geral da Globo Esportes, Marcelo de Campos Pinto; o diretor de planejamento do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Juca Silveira; o mediador das torcidas organizadas, Danilo Zamboni; e os deputados: Rafael Silva (PDT), Donisete Braga (PT), Enio Tatto (PT), Conte Lopes (PTB), Hélio Nishimoto (PSDB), Chico Sardelli (PV), Gilson de Souza (DEM), Luciano Batista (PSB), Pedro Bigardi (PCdoB), Marcos Martins (PT) e Jorge Caruso (PMDB).
Jorge Caruso informou que "devido ao início dos campeonatos brasileiro e paulista, toda legislação aprovada só deve entrar em vigor no próximo ano". Rafael Silva afirmou que a população deve estar sempre em primeiro lugar e que o tempo máximo para o término das partidas de futebol deve ser às 23h. Com relação aos quatro projetos apresentados, Silva defende sua junção em uma única proposta que conjugue todos os temas. Para Donisete Braga, o maior desafio está em unir os diferentes interesses dos clubes, das televisões, dos patrocinadores e dos torcedores. Braga entende que a obrigatoriedade do monitoramento dos estádios e a captação da imagem do torcedor na compra dos ingressos são indispensáveis.
Contrariamente à mudança dos horários das partidas, argumentou Marcelo de Campos Pinto, da Rede Globo, que alegou três fatores, segundo ele, desfavoráveis à alteração: atração de menor público no horário das 21h e, consequentemente, menor renda e desinteresse dos patrocinadores; diferentes fusos horários do Brasil e dos outros países que integram a Conmebol (confederação que comanda o futebol na América do Sul); e a questão tecnológica, pois não há satélites suficientes para transmitir mais de cinco ou seis jogos simultaneamente. De acordo com o diretor, é imposível transpor esses obstáculos para que haja uma alteração nos horários das partidas.
De acordo com Marco Polo Del Nero, os patrocinadores são indispensáveis aos times de futebol, citando como exemplo o trabalho que fizera com a Rede Globo e que viabilizou a transmissão de todos os jogos em diferentes horários. "O Corinthians acabou de fechar um contrato de patrocínio no valor de R$ 38 milhões, conquistado pela grande visibilidade que a televisão proporcionou", afirmou.

O torcedor

Para Enio Tatto, as colocações contrárias à mudança não passam de falácias. A preocupação é sempre com clubes, contratos e televisão, nunca com o torcedor, o que, na opinião do deputado, deve ser a prioridade. "A população deve ser ouvida e, para o conforto do torcedor, é preciso simplesmente consenso entre as partes".
Juca Silveira afirmou que a preocupação não se limita apenas ao horário dos jogos, mas abrange o trânsito, a segurança e o transporte, e que a solução ideal passaria por uma convergência de todos esses fatores.
Defendendo a posição de que os horários das partidas devem ser alterados, Wanderlei Nogueira citou os horários dos jogos na Colômbia, que ocorrem às 20h; na Bolívia, às 21h; e no México, às 19h. Questionou porque somente no Brasil as partidas ocorrem às 21h45 acarretando, segundo ele, grandes problemas aos torcedores. Considerou que a FPF não está muito preocupada com o assunto, por iniciar seu horário de expediente às 13h. Quanto aos projetos em debate, disse que irá analisá-los para que possa opinar de maneira correta a respeito de cada medida proposta. Entretanto, é possível verificar que as matérias tentam corrigir uma distorção existente. "Palavras elegantes foram ouvidas como ameaças e terrorismos, cidadania se faz com sentimento e não com números", afirmou o jornalista, que apelou aos deputados para que ouçam a população e transfiram a realização dos jogos para horário mais cedo.
O secretário Walter Feldman justificou um possível veto do prefeito Gilberto Kassab ao projeto aprovado pela Câmara Municipal, que altera o horário de realização das partidas de futebol em São Paulo. Feldman lembrou o interesse das administrações públicas em beneficiar a população em qualquer circunstância, e disse acreditar que "essa briga por 15 minutos" deva ter soluções positivas. "É preciso flexibilidade para uma solução adequada", afirmou o secretário.
O deputado Luciano Batista (PSB) considera o assunto extremamente delicado, que esconde uma "disputa por poder". Para o deputado, uma decisão importante implica mais estudos sobre o tema, e também a manifestação de especialistas no esporte.
O deputado Conte Lopes afirmou que a lei sem força é palavra vã, e que a argumentação que ouviu de todas as partes envolvidas é muito sólida. Ele defendeu ampla discussão sobre o assunto.
Representantes das torcidas organizadas dos principais clubes do Estado ocuparam o microfone e unanimemente pediram a antecipação do horário dos jogos oficiais, medidas que melhorem condições de higiene nos estádios e transportes públicos adequados aos torcedores. Não houve entre os representantes das torcidas qualquer divergência quanto às mudanças apresentadas pelos projetos.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Gatas



Cada vez mais as mulheres conquistam seu espaço nas arquibancadas e dão colorido especial ao futebol.
A voz fininha é abafada pelo coro da maioria. O uniforme, mesmo adaptado, também se mistura ao do restante. Mesmo assim, elas se destacam. Em busca de um lugar cativo na arquibancada, cada vez mais mulheres se filiam a torOcidas organizadas e não perdem uma partida. O número de sócias tem crescido e elas já conquistam o respeito dos demais associados. Bem diferente de dez anos atrás, quando Andreza Lima entrou na Gaviões da Fiel, do Corinthians. "Tive represálias na própria torcida, que era muito machista. Hoje existe um espaço para as mulheres", compara.

Na Gaviões elas representam até 20% da torcida, uma média de 17 mil mulheres, segundo a diretoria. Na Mancha Alviverde, do Palmeiras, cerca de mil meninas figuram no grupo. Já as da Independente, do São Paulo, chegam a 1.300 Dessas, 50 montaram uma ala própria, o Comando Feminino, presente em todos os jogos, "seja qual for o dia ou o horário", garante Marylia Osório.

Nem sempre o time está completo, mas sempre tem alguém para representar. Na partida contra o São Caetano, realizada numa quarta-feira à noite, lá foram seis para a Arena Barueri. E quem pode chega mais cedo na sede da organizada, frequentada pelas garotas três vezes por semana, em média.

O tempo dedicado ao time, porém, é integral. Nas três torcidas rivais, o consenso é unânime: não há vida social fora da organizada. "A gente larga tudo por um jogo. Os amigos não entendem", explica a palmeirense Paula Lacerda dos Santos, da Mancha.

A família também virou freguesa quando o assunto é torcer. Ano passado, o primeiro jogo do São Paulo no Campeonato Brasileiro foi no Dia das Mães. Mas algumas delas tiveram de acompanhar as filhas pela TV. "Minha mãe não queria que eu fosse. Saí de casa chorando, mas fui e a Globo me filmou direto durante a partida", recorda Marylia.

Em alguns casos, o motivo é financeiro. "Deixamos de sair para balada para guardar dinheiro e ir aos jogos", afirma Aline Rocha de Souza da Independente.

Única corintiana numa família palmeirense, Mayle Petrone Ferraz também é a única a ser de organizada. Tristeza para o avô Osvaldo Petrone, que foi goleiro alviverde nos anos 40. "Ele quase enfartou quando entrei na Gaviões", comenta.

Assim como os homens, elas também carregam o símbolo do time ou da torcida no corpo. A corintiana Andreza disse para mãe que iria tatuar o nome da filha, mas voltou com a marca da Gaviões nas costas. Agora, quer fazer todos os símbolos que a equipe do Parque São Jorge já usou em sua história. A mesma vontade tem Laís Sodré Fernandes da Silva, que já coleciona duas tatuagens: uma escrito Palmeiras nas costas e a outra, Família Mancha Alviverde no pulso.

Ao contrário do que possa se imaginar, elas são vaidosas. Mas com limites. As da Independente passam lápis nos olhos, mas odeiam salto alto. As da Mancha chegam a se maquiar com sombra verde e aproveitam o intervalo dos jogos para ir ao banheiro ajeitar o visual, "mas só quando chove e desarruma o cabelo", pondera Laís.

Para Roberta Quaglio, na Mancha desde 1998, tais atitudes indicam uma nova geração bem diferente da qual fez parte. Como pioneira na torcida e uma das poucas a ter o privilégio de tocar na bateria, ela teme que o aumento de mulheres nas arquibancadas seja passageiro e alerta para que todas as novatas venham com um único objetivo: torcer e apoiar o time, no caso, o Palmeiras. "A torcida tem regras e você tem de se submeter a elas", avisa. Uma delas veta qualquer relacionamento com pessoas de outras organizadas. Na Gaviões, as meninas são mais rígidas: só namoram corintianos.

RITUAIS
A primeira caravana ninguém esquece. Pelo menos, as meninas do Comando Feminino, que realizam um batizado com as novatas. O de Gabriela Stefani Silva de Oliveira foi na ida à Vila Belmiro, quando teve de ficar no banheiro do ônibus pulando e cantando com mais duas meninas. "Quando a gente parava de cantar, os outros jogavam água", diz.

O "ritual" da Gaviões é mais tranquilo. Na verdade, é mais um costume das meninas, que só entram no estádio depois de 15 minutos do início do jogo. A mania sem explicação é levada a sério. "A gente perde de ver o gol, mas não entra antes", garante Andreza.

VIOLÊNCIA
Mesmo num ambiente marcado por brigas entre torcidas rivais, ou no mínimo sob constante risco de violência, a maioria das garotas afirma nunca ter se envolvido em confusão. Pelo contrário, na presença delas, os homens reforçam a escolta, de acordo com Mayle.

Há situações, porém, inevitáveis, como relatou Andreza. Grávida de sete meses, ela foi atingida por gás de pimenta durante o histórico confronto com a Polícia Militar em 2006, no jogo em que o Corinthians foi eliminado da Copa Libertadores pelo River Plate, no Pacaembu. "Mas foi a única vez que tive problemas", afirma.

A rivalidade entre as organizadas, no entanto, não diferencia gêneros. Se uma garota da Independente encontra um rapaz da Gaviões ou da Mancha disposto a brigar, não há cavalheirismo. Mais um motivo para as garotas se prevenirem. Em dias de jogo, as mulheres do Comando Feminino verificam a tabela do campeonato antes de pôr a "farda": camiseta da torcida tricolor. Em clássicos, só se trocam na sede.

TRAJETÓRIA
Apesar do espaço conquistado entre os homens nas arquibancadas, as mulheres ainda estão longe de competir com eles em termos de número e poder de decisão. Na arquibancada, a participação feminina se limita a acompanhar o grupo, seguindo o ritmo ditado pela bateria. Já no setor administrativo, a presença é nula. Os cargos de diretoria continuam sob responsabilidade dos homens, realidade que não mudará, segundo a diretoria da Mancha Alviverde. A torcedora Roberta concorda com a ideia e não vê problemas nisso. "A organizada é um espaço deles. Ninguém te obriga, você é quem escolhe seguir. Se entrou, tem de contribuir e aceitar os limites", diz.

No entanto, a entrada de meninas é bem vinda, até pela mudança de imagem que elas provocam na mídia. "Quando você vê uma mulher ou criança no estádio, tem a sensação de tranquilidade. Isso minimiza a associação da torcida com violência", explica Roberta.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100221/not_imp514019,0.php

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Elitização do Futebol


A geral do Maracanã, como em outros estádios brasileiros, fazia parte do folclore do futebol. Tudo lá era permitido, menos assistir aos jogos sentado. O mais democrático dos setores de um campo de jogo ficou na história e na memória de cronistas esportivos para dar espaço à modernização das cadeiras numerada nas "arenas", uma antítese da geral, dos geraldinos e do torcer em pé.

No inevitável processo de transformação do futebol em negócio, há um ponto que ainda nem sequer está sendo discutido no Brasil: o que será da massa torcedora no país do futebol?

Nos belos projetos de construção de modernos estádios e de reforma dos já existentes, e para atender às exigências da Fifa, só se fala em assentos para todos, estacionamentos próximos a esses assentos, o fim dos espaços para a torcida em pé, em conforto, boa comida, ar condicionado etc.

Nada contra, é claro.

Mas é óbvio que se cobrará mais caro pelo ingresso e é aí que num país pobre como o nosso a coisa se complica. Estará o torcedor menos favorecido condenado a ver futebol na TV aberta?

Pior: também parece inexorável que cada vez mais as TVs fechadas e o sistema de pagar-para-ver tomarão conta das transmissões e a um preço que o torcedor pobre também não poderá pagar. A paixão será mantida pelo rádio?

É sabido, por outro lado, que um dos meios para se diminuir a violência na Inglaterra foi justamente o de aumentar o preço dos ingressos, o que afastou os filhos do operariado dos estádios.

Estará o futebol em vias de se transformar no que a NBA fez com o basquete norte-americano?

Basta ir ao Madison Square Garden, em Nova York, para constatar que os habitantes do Harlen não passam nem na porta do ginásio onde o NY Knicks joga.

Pode ser um problema sem solução, mas é um grande problema. A tendência é mesmo a de transformar os estádios em estúdios, calorosos, coloridos, com gente bonita e famosa, mas, e o povo? A elite brasileira será suficiente para alimentar a paixão pelo futebol?

Eis aí uma questão que deveria estar preocupando os marquetólogos. Porque o Maracanã sem a geral em pé tende a elitizar a torcida de maneira perigosa.

Sem se dizer que, como já disse o professor Belluzzo, responsável pela aproximação entre o Palmeiras e a Parmalat em 1992, nosso futebol, em fase de mudança, está sendo vítima de um fenômeno semelhante ao que se dá na Rússia em sua transição para o capitalismo, dominada pela máfia.

E a máfia só se preocupa com seus lucros, seja como for.

(Publicado no "Lance!" de 23/02/2000)
Por Juca Kfouri às 00h03


Postado por wawa às 05:05

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Campeonato Paulista 2010

Custa R$ 40,00 o ingresso mais barato para Corinthians x Monte Azul, 17 de janeiro, na abertura do Campeonato Paulista, em Ribeirão Preto. O aumento é de 100% nas entradas para as arquibancadas, em relação ao primeiro jogo do Timão na competição este ano. 
 
 
 
 
17/01 - Monte Azul X Corinthians 

20/01 - Corinthians X Bragantino

24/01 - Oeste X Corinthians

27/01 – Corinthians X Mirassol

31/01 – Corinthians X Palmeiras

03/02 – Ponte Preta X Corinthians

07/02 – Corinthians X Sertãozinho

13/02 – Portuguesa X Corinthians

17/02 – Mogi Mirim X Corinthians

21/02 – Corinthians X Rio Branco

28/02 – Santos X Corinthians

03/03 – Corinthians X Botafogo

07/03 – São Caetano X Corinthians

14/03 – Corinthians X Santo André

21/03 – Grêmio Barueri X Corinthians

24/03 – Corinthians X Paulista

28/03 – Corinthians X São Paulo

04/04 – Ituano X Corinthians

07/04 – Corinthians X Rio Claro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Atividade Política por Amor

08/12/2009 Líder da TUF poderá ser vice do Fortaleza


Enquanto ainda espera o acerto com empresários para definir o planejamento do time para a próxima temporada, o Fortaleza também começa a desenhar a estrutura da diretoria em 2010. Como Renan Vieira ficará com a presidência em definitivo, a vice-presidência será disputada por três conselheiros, dentre eles Ricardo Fontenelle, o "Mexicano", líder da Torcida Uniformizada do Fortaleza (TUF).
"Ele colocou o nome à disposição", confirmou Vieira à GE.Net. Em 2 de janeiro, quando haverá o licenciamento oficial de Lúcio Bomfim, o presidente em exercício indicará três nomes para apreciação do Conselho Deliberativo. A intenção seria aproximar o clube dos torcedores. "Comigo não tem problema. Eles (torcedores) são muito transparentes e não vão interferir na administração", argumentou.
A reunião em que foram propostos os prováveis nomes ocorreu na sexta-feira passada, com a presença de conselheiros e representantes da torcida. Alegando independência do regime presidencialista - o vice assume apenas na ausência do presidente -, o dirigente se preocupa somente com a montagem do elenco para 2010. Até quarta-feira deverão ser anunciados investidores e os primeiros reforços.
"Temos feito contato, estamos organizando ainda algum reforço de amigos do clube, algumas pessoas que vão nos dar suporte. Já temos pensado em alguns reforços para 2010 e espero que isso se concretize", apontou o presidente em exercício do Fortaleza, Renan Vieira. "Vamos começar do zero".

Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/esportes/futebol/fortaleza/lider-torcida-organizada-podera-ser-vice-fortaleza-626372.shtml

Já tivemos por alguns outros companheiros leves contatos com este amigo torcedor da capital cearense, claro, aproximado pelas características de torcida politizada e também por afinidade de amor aos clubes, ao movimento de torcida organizada e por mentes abertas e critícas em prol de gestões crescentes e benéficas as suas grandes massas. Onde hoje encontramos administrações imperialistas, nebulosas e corruptas. Lendo esta notícia, o pacífico e político "Movimento Fora Dualib" nascido na torcida Corinthiana que derrubou o presidente do clube, e como escola também inspirou o "Movimento Fora Eugênio" (este então presidente do Ceará), também na capital cearense. Me traz a crença que seja este o caminho eficaz e digno pra salvar nossos grandes amores, "no meu caso o Corinthians", da falência moral no movimento de futebol brasileiro.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

ARMAS MORAIS E DE CALIBRES TAMBÉM


---------- Forwarded message ----------

ARMADO!!!!!!!!

Mais uma vez a mostra da corrupção e da comunhão de poderes.

Pois eu fui de caravana, a Poícia Militar conduziu o comboio pela rodovia dos bandeirantes até campinas na velocidade de 60 kmh, e quando chegamos em campinas a 2 km do estádio eles retornaram a rodovia Dom Pedro I e ficamos dando voltas em retornos na rodovia. Chegamos no estádio por volta dos 38 minutos do segundo tempo, tudo para que as organizadas não presenciassem e nem cobrassem as atitudes compradas dos organizadores da partida. Um esquema bem armado envolvendo até mesmo as autoridades públicas (PM). Prato cheio. Revolta. Vergonha, mais uma vez o confronto de bombas e rojões com a pm em plena rodovia e depois na saída do estádio. Fácil saber as consequências. O saldo: A Corrupção e a Vergoha do nosso futebol, dois pms atropelados, e dezenas de torcedores e torcedoras agredidos com bombas de gases e cacetetes. Eles bateram em mulheres. Minha vontade é de protagonizar um 11 de setembro, sequestrar um avião e cair dentro do batalhão Tobias de Aguiar. Mais eu estou indo mais uma vez peitar um dos responsáveis pelos eventos, evento do futebol (que vendeu a praça do jogo também) e evento da armação, esse presidente e essa diretoria, que na verdade só se perpetua dentro do clube.

Pacífico mesmo é a Tropa de Choque